Blog do Gordinho

O cenário do pré-candidato João Azevêdo nas pesquisas eleitorais é melhor do que o PSB esperava. Foi assim que o governador Ricardo Coutinho (PSB) definiu, na noite da segunda-feira (16), a atual situação eleitoral do candidato socialista. Em pesquisa divulgada em dezembro, João ocupava a quarta colocação nas intenções de voto, ficando atrás de Luciano Cartaxo, José Maranhão e Lígia Feliciano, e na frente de Romero Rodrigues.

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“Tenho impressão, repito, a posição de João hoje é melhor do que eu e nós esperávamos. É bem melhor. Primeiro pelo esfacelamento da oposição. Tenho que reconhecer que do ponto de serviço prestado, o senador Maranhão tem serviço prestado nas regiões. Aquela oposição que tentou quanto pior melhor, essa oposição perdeu completamente o prumo. E digo mais: tudo isso que estão ensaiando, vão ver daqui a pouco, não se sustenta de pé”, afirmou Ricardo Coutinho, aproveitando para atacar o projeto da oposição.

De acordo com o governador, o principal líder da oposição, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), não está trabalhando um projeto para a Paraíba, mas sim, apenas buscando foro privilegiado para escapar da Justiça. “O senador Cunha Lima, independente de qualquer quadro, ele quer escapar, porque vai ser o mais cobrado nessas eleições. Ele pode dispor de todos os demais cargos, colocar as pessoas para perder, contanto que ele consiga escapar”, disse.

Além disso, o socialista voltou a afirmar que a oposicionistas continuam blefando. “Continua blefe, porque isso está sendo montado em cima de um desejo, para manter foro privilegiado”, analisou.

RC fala sobre Bolsonaro

Na oportunidade, Ricardo ainda tratou rapidamente sobre o pré-candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), o qual classificou como “mais do que um atraso”. Para o governador, “muita coisa” – referindo-se a atos corruptos – do polêmico presidenciável deverá aparecer durante a pré-campanha e campanha eleitoral.

“Bolsonaro não significa e não significará nenhuma combate a corrupção. O que me mete medo é perceber pessoas que aquele arrobo de incitar a violência signifique saída para alguma coisa. O Brasil precisa de política pública, não precisa de fuzil para um matar o outro. O Brasil precisa de gente que compreenda e tenha ação na saúde, na educação, esse é o caminho”, afirmou o socialista.