A jornalista Pâmela Bório se acha uma pessoa acima da lei. Acostumada a desrespeitar a Justiça e a falar mal dos juízes, agora parte para o deboche total. Um processo, no qual ela figura como autora e que corre em segredo de justiça, é tornado público e, mais que isso, escancarado aos olhos da sociedade com ares de escândalo e carregando ao seu redor um rosário de insinuações maldosas que têm o objetivo de denigrir a imagem do processado.

Num roteiro já decorado, e batido, ela retoma com as mesmas sandices contra o governador, para festa da oposição, co-autora de suas loucuras e eternamente grata por poder contar com uma mulher disposta a realizar qualquer serviço contra o ex-marido.

É próprio dela. Desde quando perdeu a condição de primeira dama e não teve mais acesso às mordomias da Granja,tem movido uma campanha de ódio contra o ex-marido, com o intuito de vingar-se.

Vingança, isso mesmo. Ela busca vingança e disse isso numa gravação divulgada após a separação: “O que eu tenho a perder? Já perdi tudo. Mas levo todos comigo”, chegou a afirmar na época.

Nesse lance de agora, uniu-se ao jornalista Helder Moura, seu amigo do peito e, contando com a assessoria de outra inimiga declarada do governador, a advogada Laura Berquo,jogou na mídia o caso do processo que corre em segredo de justiça e que tenta enquadrar o governador Ricardo Coutinho, seu ex-marido e pai do seu filho menor, na Lei Maria da Penha.Diz que pediu medida protetiva, como se estivesse correndo perigo, sendo agredida ou ameaçada. Quando sabemos que é tudo mentira.

Uma mulher ameaçada que comparece,em plena noite, a inauguração de uma casa de artesanato no Altiplano do Cabo Branco, levando consigo a criança de poucos anos, forçando o menino a se deixar fotografar ao lado dos adversários e desafetos do seu pai, está sendo ameaçada ?

Quem anda tranquilamente por restaurantes e janta com baianos no hotel mais chique do Rio de Janeiro,o Copacabana Palace, fazendo questão de exibir a festança nas redes sociais, estará com medo de alguma coisa?

Esse lance de agora ultrapassou os limites da razoabilidade. A jornalista desrespeitou a justiça, mandou às favas o trâmite processual e usou a ação que moveu contra o ex-marido para atrair holofotes, coisa que adora, principalmente agora que se diz candidata a deputada estadual pelo partido de Jair Bolsonaro, aquele que usou o dinheiro do auxilio moradia “para comer gente”, como afrontosamente revelou a uma jornalista que o interpelava.

Não esquecer que Pâmela Bório é uma candidata sem serviço prestado ao Estado, sem ter feito nada de relevante na vida que justifique uma eleição desse porte.

Aliás, não vi uma notinha sequer assinada pela senhorita Pâmela Bório, em solidariedade à moça que passou sete dias internada na Maternidade Cândida Vargas com um filho morto no ventre.

Não vi, nem verei, já adianto. Pâmela não gosta de pobre. Ela é da turma do Louis Vuitton. Esperamos que a justiça, sempre sóbria, chame o feito à ordem e enquadre essa moça nos rigores da lei. Ela está precisando disso.

Fonte: Blog do Tião Lucena