Depois da Copa América Centenário em 2016 com Dunga no comando, Hulk não recebeu mais chances na seleção brasileira. Mas o atacante espera receber a primeira oportunidade com Tite. Com oito vagas ainda em aberto, segundo o próprio técnico, o jogador sonha em ser convocado para a Copa do Mundo, na Rússia, e ainda voltar ao país. Por lá, ele é ídolo do Zenit.

Hulk atuou em três temporadas no Zenit: 2012/13, 2013/14 (terminado como campeão do Campeonato Russo) e 2014/15 (sendo o artilheiro da competição nacional, com 15 gols, e ainda conquistou a Taça e a Supertaça da Rússia).

– Seria um sonho duplo disputar um Mundial, e na Rússia. Um país onde joguei quatro anos, fui muito feliz, ganhando títulos individual e coletivo. Foi muito gratificante. Vou trabalhar para isso. Está tudo em aberto ainda. Vou trabalhar para ter uma oportunidade novamente na seleção – afirmou.

Aos 31 anos, Hulk sabe que para chamar a atenção de Tite e conquistar uma vaga novamente em busca de representar o país, é preciso estar fazendo grandes atuações no Shanghai SIPG, da China.

– Vou estar dando o melhor no meu clube. Vou iniciar bem essa temporada, fazer uma grande pré-temporada, para chegar nos jogos oficiais já 100%. Tentar aumentar mais os meus números. Vou trabalhar em cima disso – disse o atacante, que aproveita as férias na Paraíba.

O Shanghai SIPG “bateu na trave” na luta por títulos em 2017. Terminou em segundo lugar no Campeonato Chinês e foi vice-campeão da Copa da China. Além disso, foi eliminado na semifinal na Liga dos Campeões da Ásia.
– Acho que foi uma boa temporada, mesmo sem conseguir nenhum título. A gente buscou isso o tempo todo. Batemos muito na trave. Mas, espero que no próximo ano a gente volte com mais maturidade, mais experiência. O nosso time é muito jovem e não tinha disputado nenhuma final ainda. Quando chegou, talvez isso tenha pesado um pouco, mas no próximo ano, estaremos bem mais fortes e maduros – avaliou.

Além disso, o atacante também comentou as propostas que recebeu nos últimos meses. Uma delas da Europa. Mas ele afirmou estar satisfeito na China.

– Meu foco é meu trabalho, estar concentrado em dar o meu melhor. No extracampo tem meu empresário, que resolve minhas coisas. É claro que tivemos várias propostas, vários interesses, contatos… tentaram contactar meu empresário, mas estou muito bem na China. Deixei bem claro, estou feliz lá. Minha família está muito feliz na China e isso está ajudando na minha permanência – concluiu.

 

Fonte: Globo Esporte Paraíba