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Greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo Michel Temer, convocada pelas centrais sindicais e movimentos sociais para esta sexta-feira (28), deverá contar com a participação de mais de 4 milhões de trabalhadores da área de educação, segundo estimativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que agrega mais de 50 sindicatos afiliados em todo o país; há profissionais da rede pública e particular.

A greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo Michel Temer marcada para esta sexta-feira (28) deverá contar com a participação de mais de 4 milhões de trabalhadores da área de educação, segundo estimativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que agrega mais de 50 sindicatos afiliados em todo o país.

O movimento deverá ser engrossado pelos docentes das instituições particulares de ensino. Somente em São Paulo, o Sindicato dos Professores (Sinpro-SP) informou que cerca de 200 escolas já confirmaram que irão aderir à paralisação.

Os professores também irão protestar contra a Lei da Terceirização, já aprovada pelo Congresso Nacional.

Brasil 247