Tião Lucena

Não dou um real pela estabilidade do Governo Temer, principalmente depois de ver Renan Calheiros tramando, com senadores do PMDB, uma estratégia de resistência ao que ele próprio criou, ou seja, tramando a queda do presidente Temer e do seu Governo como um todo. É questão de tempo apenas.

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E o nosso Aécio, coitado, chorando da tribuna, desdizendo tudo o que disse quando comandava o golpe contra Dilma Roussef. Numa prova mais do que atual de que pimenta no cu dos outros é refresco.

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Houve quem ficasse contrariado com a decisão do governador Ricardo Coutinho de preservar a Cagepa.

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Por muito menos que isso Maranhão vendeu o Paraiban e a Saelpa e Cássio a Celbe em Campina Grande.

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Tiraram A Palavra do ar. A Palavra é um site criado e administrado pelo jornalista Marcos Maivado Marinho. E ele jura que o site não saiu do ar por sair, teve o dedo de alguém que não gosta dele.

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Oxi, uma advogada é presa entregando celulares a presos em Cajazeiras e a imprensa tenta esconder o nome dela.

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Assis Almeida, por muito menos, teve o nome escancarado.

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Vavá da Luz foi obrigado a se desfazer de oito mil reais para tirar seu nome do Cadim. O bom velhinho do Ingá foi multado por falar mal de alguém.

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Ele e eu, eu e ele, os incompreendidos da imprensa.

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Eu cantei a bola: o julgamento da chapa Dilma/Temer foi pras calendas. Depois de toda a instrução e já na fase de julgamento, o TSE reabriu tudo e vai ouvir novos depoimentos. Pense num povim despreparado e coisado!

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E o nosso Zé Mayer queria comer a figurinista.

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A moça não gostou, botou a boca no mundo e ganhou logo a solidariedade das atrizes.

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Mexeu com uma, mexe com todas, diziam elas nos corredores da Globo.

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E Zé Mayer, veím, ficou a se lamentar pelos cantos.

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Taí uma sugestão boa, a do deputado Wilson Filho: Já que a Prefeitura não faz, passe a bola para o Governo do Estado . Ele se refere à barreira do Cabo Branco.

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Quatro anos se passaram e a Prefeitura ainda espera pelo laudo de impacto ambiental.

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Desculpa de amarelo é comer barro.

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Inté.