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Dia após dia, são divulgados dados da depressão econômica brasileira, provocada pelo golpe de 2016 e pelos mau desempenho de Henrique Meirelles e Michel Temer; nesta quinta-feira, foi a vez do IBGE divulgar que o setor de serviços no Brasil recuou 4,5% em novembro, na comparação com o mesmo período do ano passado; no ano, o tombo acumulado é de 5%, o que revela que o Brasil ainda está longe de sair da depressão econômica provocada pela aliança PMDB-PSDB.

Dia após dia, são divulgados dados da depressão econômica brasileira, provocada pelo golpe de 2016 e pelos mau desempenho de Henrique Meirelles e Michel Temer.

Nesta quinta-feira, foi a vez do IBGE divulgar que o setor de serviços no Brasil recuou 4,5% em novembro.

Na comparação com o mesmo período do ano passado; no ano, o tombo acumulado é de 5%, o que revela que o Brasil ainda está longe de sair da depressão econômica provocada pela aliança PMDB-PSDB.

Abaixo, os dados divulgados pelo IBGE:

Setor de Serviços varia 0,1% de outubro para novembro

Em novembro de 2016, o volume do setor de serviços cresceu 0,1% em relação a outubro (série com ajuste sazonal), após ter registrado recuo de 2,3% em outubro e de 0,4% em setembro. Na comparação com novembro de 2015, o setor registrou queda de 4,6%. Com esses resultados, as taxas acumuladas nos 11 meses de 2016 e nos últimos 12 meses ficaram ambas em -5,0%.

Por atividade, em relação a outubro de 2016, todos os segmentos apontam para crescimentos: Outros Serviços (3,3%); Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (2,1%); Serviços de informação e comunicação (1,0%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,8%) e Serviços prestados às famílias (0,2%). O agregado especial das Atividades turísticas apresentou crescimento de 0,5%.

A receita nominal em novembro registrou variação positiva de 0,1% em relação a outubro (série com ajuste sazonal) e, na comparação com mesmo mês do ano anterior, a variação também ficou em 0,1%. A taxa acumulada no ano ficou em 0,0% e, em 12 meses, em 0,1%.

A publicação completa da Pesquisa Mensal de Serviços divulgada pelo IBGE pode ser acessada aqui.

Brasil 247